quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Formatação do artigo de avaliação final


Para a avaliação final da disciplina será realizado um relato de experiência. A investigação deve ser apresentada oralmente em (18/11/2019) e a versão escrita enviada para o e-mail evalves@uol.com.br até 15/02/2019. A temática a ser tratada é uma intervenção em Matemática com estudantes da EJA. É importante que essa prática seja fundamentada nas reflexões teóricas realizadas ao longo da disciplina.
Abaixo estão algumas sugestões de bibliografia para apreciar o formato da proposta de trabalho:





TÍTULO TÍTULO TÍTULO TÍTULO
Autor[1]
Autor[2]

RESUMO
O presente estudo se propõe a analisar XXXX (objetivo). No processo de elaboração, desenvolvimento e análise das XXX (objeto de análise) pelos jovens e adultos, reportamo-nos, principalmente, aos estudos de XXX, XXX e XXX (principais autores que fundamentam o estudo). A pesquisa, caracterizada como um estudo de caso qualitativo, foi realizada em uma escola da Rede XXX de Ensino de XXX- BA (município), que atende a Educação de Jovens e Adultos e XXX (níveis atendidos pela escola). Sendo desenvolvida em uma turma da Educação de Jovens e Adultos com estudantes na faixa etária de XX anos a YY anos. As informações foram produzidas a partir da XXX (dispositivos de investigação), anotações dos pesquisadores e dos registros que possibilitaram captar XXX (tipo de informações obtidas). Para fins de análise, as informações foram organizadas em XXX (como organizou a análise). A análise das informações indica que os sujeitos da EJA mobilizaram XXX e, também, XXX.
Palavras-chave: XXX; YYY; ZZZ.
TÍTULO EM INGLÊS
ABSTRACT
O resumo deverá abranger breves e concretas informações sobre o objeto do trabalho acadêmico, objetivos, metodologia, resultados, conclusões do trabalho, mas de forma contínua e dissertativa, em apenas um parágrafo.
Key-words: XXX, YYY, ZZZ.

Introdução
Deve ser breve e, de forma clara, justificar o problema estudado. Nela deverão ser informados os objetivos do trabalho realizado.
O desenvolvimento, parte fundamental do texto, deve ser elaborado de forma concisa e clara. Contém a exposição ordenada e detalhada do assunto, e nele se inserirão:
a metodologia, que deve fazer com que o leitor entenda os procedimentos utilizados na prática desenvolvida com os estudantes da EJA;
e o referencial teórico, que é a discussão à luz do quadro teórico escolhido.
Os resultados devem, à luz do aporte teórico utilizado no trabalho de pesquisa, evidenciar análise e discussão dos dados obtidos. Podem-se usar recursos ilustrativos de figura ou tabela, acompanhados de análise indicando sua relevância, vantagens e possíveis limitações.
Nas considerações finais, deverão ser considerados os objetivos explicitados e os resultados indicados no artigo científico. Nas referências deverão constar apenas autores e obras mencionados no texto, obedecendo-se às normas da ABNT. O texto deve conter entre 12 e 15 páginas.

Referências
ADES, L.; KERBAUY, R. R. Obesidade: realidade e indignações. Psicologia USP, São Paulo, v. 13, n. 1, p. 197-216, 2002[EF1] .
FANTUCCI, I. Contribuição do alerta, da atenção, da intenção e da expectativa temporal para o desempenho de humanos em tarefas de tempo de reação. 2001. 130 f. Tese (Doutorado em Psicologia) – Instituto de Psicologia, Universidade de São Paulo, São Paulo. 2001[EF2] .
GRIZE, J. B. Psicologia genética e lógica. In: BANKS-LEITE, L. (Org.). Percursos piagetianos. São Paulo: Cortez, 1997. p. 63-76[EF3] .
OLIVEIRA, V. B.; BOSSA, N. A. (Org.). Avaliação psicopedagógica da criança de sete a onze anos. Petrópolis: Vozes, 1996[EF4] .
QUEIRÓZ, E. O crime do Padre Amaro. 25. ed. Rio de Janeiro: Ediouro, 2000[EF5] .
SÃO PAULO (Estado). Secretaria do Meio Ambiente. Manjuba (ancharella lepidentostole) no rio Ribeira de Iguape. São Paulo: Ibama, 1990[EF6] .




[1] Mestranda em Educação de Jovens e Adultos do Programa de Pós-graduação MPEJA - UNEB. E-mail: fulano@gmail.com.


[2] Professor da Escola Estadual Clarice Lispector. E-mail: maria@hotmail.com






 [EF1]Artigo científico


 [EF2]Dissertações e teses


 [EF3]Capítulo de livro


 [EF4]Livro coletânea


 [EF5]Livro de um ou mais autores



 [EF6]Documento oficial

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Atividades em 27/11/2019

Comunidade de Prática de Professores que Ensinam Matemática como Espaço de Negociações de Significados sobre a Resolução de Problemas

Wanusa Rodrigues Ramos, Ana Lúcia Manrique

Resumo


Neste artigo, apresentamos resultados de uma pesquisa que teve como objetivo investigar negociações de significados envolvendo a estratégia de ensino Resolução de Problemas, ocorridas em um grupo de professores e futuros professores que ensinam Matemática. Utilizamos o conceito de Comunidade de Prática (WENGER, 2001) para analisar em que medida um grupo de professores e futuros professores se configura como um espaço de negociações de significados, por meio da interação entre os processos de participação e reificação. Selecionamos episódios de encontros do grupo nos quais a Resolução de Problemas esteve presente e pontuamos, em nossa análise, negociações de significados que contribuíram com o processo formativo dos professores e futuros professores, que abordaram o papel do professor e dos alunos, a elaboração de atividades e concepções da Resolução de Problemas. As negociações de significados ocorreram em momentos de discussão, de reflexão e de compartilhamento de experiências sobre práticas de sala de aula.

Para acessar o texto completo clique no link:
http://www.periodicos.rc.biblioteca.unesp.br/index.php/bolema/article/view/9935/7285

Após a leitura do texto convido vocês a uma interação por meio do grupo do whatsapp para, na prática, vivenciar a temática do texto.
Para isso será proposto um problema a ser solucionado coletivamente ao longo de todo o dia 27.

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Atividades em 20/11/2019 - presencial

Assista ao vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=9SNbt5KFq9o


Tendências atuais da etnomatemática como um programa: rumo à ação pedagógica
Milton Rosa
Daniel Clark Orey
Resumo

A maioria das investigações em etnomatemática tem demonstrado que existem várias formas culturais de matemática diferentes da matemática dominante. Atualmente, a maioria das pesquisas em etnomatemática está voltada para um estudo etnográfico ou antropólogico dos grupos culturais. Por outro lado, existe uma grande necessidade de que o Programa Etnomatemática seja identificado como um programa que busca as práticas de ensino-aprendizagem direcionadas à ação pedagógica. O grande desafio para os pesquisadores em etnomatemática é elaborar estudos e práticas pedagógicas que estejam de acordo com os objetivos filosófico-teóricos deste programa.


Leituras complementares


CURRÍCULO, ETNOMATEMÁTICA E EDUCAÇÃO POPULAR: um estudo em um assentamento do movimento sem terra
Gelsa Knijnik
Resumo

O presente ensaio descreve e analisa a terceira etapa de uma pesquisa realizada em um assentamento do Movimento Sem-Terra do Rio Grande do Sul, tendo como foco principal as conexões entre a Educação Popular e a vertente da Educação Matemática denominada Etnomatemática. Especificamente, ensaio focaliza as repercussões de um projeto pedagógico centrado em uma das atividades produtivas da comunidade (cultivo de alface), examinadas através das inter-relações estabelecidas pelos diferentes atores sociais envolvidos no processo: professora de Matemática e alunos da 7a série da escola do assentamento, famílias assentadas e o agrônomo que realiza o acompanhamento técnico. Os procedimentos e método utilizados na parte empírica da investigação envolveram observação direta e participante, diário de campo, realização de entrevistas e coleta de depoimentos. As inspirações teóricas do trabalho baseiam-se na literatura relativa à Educação Popular e à Etnomatemática.

Para acessar o texto completo clique no link abaixo:
A construção de saberes matemáticos entre jovens e adultos do Morro de São Carlos

Maria Cecilia de Castello Branco Fantinato

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Atividades para 13/11/2019 - a distância

Vamos inciar assistindo ao vídeo em que Paulo Freire e Ubiratan D'Ambrosio, mediados por Maria do Carmo Domite tratam da educação matemática.
O vídeo está disponível no link a seguir https://youtu.be/o8OUA7jE2UQ




A prática pedagógica dos professores de matemática na educação de jovens e adultos: uma proposta freireana

NEOMAR LACERDA DA SILVA
MARIA ELIZABETE SOUZA COUTO



Resumo

Resumo Este artigo objetiva analisar e discutir a prática pedagógica de professores que lecionam Matemática na Educação de Jovens e Adultos para compreender os pressupostos freireanos. Para a produção dos dados utilizamos a análise da proposta, a observação da prática pedagógica de uma professora e o grupo focal, numa investigação qualitativa. Na proposta, os pressupostos estão compreendidos como: dialogicidade, problematização, temáticas significativas e leitura de mundo. A prática (aula) foi organizada com uma temática, iniciando com a oralidade, mobilização dos conhecimentos dos alunos, leitura da realidade e aproximação no estudo dos objetos matemáticos, o que coaduna com as percepções da professora captadas no grupo focal, tendo nos pressupostos os elementos para a construção do conhecimento matemático. 

Para acessar o texto completo clique no link:
https://revistas.pucsp.br/index.php/emp/article/view/26228/pdf

domingo, 3 de novembro de 2019

Atividades para 06/11/2019 - presencial

















Guetorização e globalização: um desafio para a educação matemática
Ole Skovsmose

Resumo


Acredito que a discussão sobre a educação matemática pode ser relacionada com a discussão sobre a globalização e, portanto, também com a da guetorização, já que julgo ser esta um aspecto da globalização. Conhecimento e desenvolvimento de conhecimento podem ser vistos como coisas às quais se atribui valor. Isto é certamente proposto pela teoria do valor relativo ao conhecimento de Daniel Bell. Entrentanto, a valorização do conhecimento tem raízes profundas no movimento do Iluminismo - aqui concebido de forma ampla -, que se caracteriza pela idéia de que o progresso sociopolítico pode ser assegurado pelo progresso do conhecimento — e do conhecimento científico, em particular. Este pressuposto do Iluminismo é questionável, e agora com boas evidências, já que o conhecimento científico, incluindo o conhecimento matemático, é capaz de “maravilhas”, bem como de “horrores”. Isto nos leva a uma situação aporética com respeito ao conhecimento. Devemos abandonar a idéia de que qualquer avanço cego do conhecimento (científico) constitui um motor para o “progresso”. Como conseqüência, não podemos construir uma educação matemática com base no pressuposto simplista de que isso implicará o bem final para aqueles nela envolvidos. Dessa forma, o papel efetivo a ser desempenhado pela educação matemática dependerá dos contextos nos quais ela estará se desenvolvendo. Considero crítico o papel sociopolítico desempenhado pela educação matemática. Com isso, quero dizer, primeiro, que, o que a educação matemática está fazendo é algo que merece atenção e consideração. A educação matemática pode produzir diferenças para certos grupos de pessoas. Por intermédio da matemática, é possível estratificar e propiciar diferentes oportunidades de vida a diferentes grupos de pessoas. A educação matemática constitui um elemento indispensável para o desenvolvimento sociotecnológico. Em segundo lugar, acredito que a educação matemática é crítica, no sentido de que ela não tem uma característica essencialista que possa garantir que o seu efetivo papel sociopolítico cumpra certas funções atrativas, tais como as estipuladas nos objetivos comuns dos currículos. A educação matemática poderia servir para o desenvolvimento adicional de uma preocupação com a democracia, tentando promover, desse modo, a inclusão social. Ela poderia, entretanto, provocar a exclusão social. Isto me leva a considerar a importância da educação matemática crítica.
Para acessar o texto completo clique no link:
https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/zetetike/article/view/8646990/13891

Leitura complementar

Educação matemática crítica

MARCIO BENNEMANN, NORMA SUELY GOMES ALLEVATO

Resumo


Neste trabalho, de natureza teórica, identificamos os fundamentos da Educação Matemática Crítica (EMC) segundo as concepções de Ole Skovsmose. Por meio da análise de seus textos identificamos suas premissas com relação à EMC, as quais põem em pauta uma série de discussões relativas ao papel sociopolítico da Educação Matemática. Nossas análises partiram do entendimento do quadro atual presente nas aulas de Matemática, reconhecido como tradicional, seguindo em direção a reflexões sobre a necessidade de uma postura democrática em que o poder formatador da Matemática precisa ser identificado e conhecido. A relação entre professor e aluno deve ser necessariamente democrática, baseada no diálogo buscando desenvolver a capacidade de interagir em situações sociais e políticas estruturadas pela Matemática.

Orientações para a apresentação em 18/12/2019

Cada grupo terá dez minutos para apresentar sua produção seguindo o que indicam os slides abaixo: